Colocar ou não seus hobbies no currículo?

Uma das dúvidas mais recorrentes que recebemos sobre currículo é: devo colocar os meus hobbies ou não?

A resposta é a mesma que damos para quase todas as dúvidas: faça a sua lição de casa. Se um ou alguns dos seus hobbies se conecta a vaga e a empresa para a qual está se candidatando a resposta é: sim! Coloque este seu hobbie no seu currículo de forma atraente. Contudo, esteja preparado para falar sobre o tema. Não vale inventar um hobbie só para sair bem na foto. Este tiro costuma sair pela culatra. Uma vez que o entrevistador te questionar sobre o tema e você não parecer de fato interessado, você será visto como mentiroso ou raso.

Tendo em vista esse tema, essa semana TSH lança em parceria com Wall Jobs uma série com os hobbies e atividades extra curriculares que mais saltam aos olhos dos entrevistadores.

Para inaugurar nossa série, decidimos por uma dica preciosa: qual hobbie não colocar no seu currículo? Leitura. Primeiro: todas as pessoas concorrendo a mesma posição são alfabetizadas. Segundo: apesar de termos a noção do quanto a leitura expande o conhecimento, muitas vezes pessoas que leem muito também são percebidas como solitárias ou pouco sociáveis; o que não é positivo para obter uma vaga.

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Como atingir um objetivo de longuíssimo prazo de acordo com a minha avó


No nosso escritório os objetivos são sempre muito diversos. De pessoas obesas buscando mais saúde aos amigos trabalhadores querendo uma aposentadoria precoce, não faltam objetivos de longuíssimo prazo. Objetivos que dificilmente serão alcançados ao longo de 12 semanas de selfhunting ou coaching. E ai? Como faz? Então para deixar essa pergunta mais cabeluda, te desafio a encontrar as respostas nessa histórinha da vida real que é de longe uma das minhas favoritas.

Muita gente que me conhece já escutou essa história (algumas dezenas de vezes). Mas a acho tão bonita que faço questão de contá-la de novo. Até mesmo para seguir lembrando os aprendizados que ela me trouxe.

Quando eu era pequena (desde quando nasci até os meus 10 anos) passava os meus dias com a minha querida vovó Amelia no sítio. Entre as nossas muitas atividades, uma sempre foi de importância vital: plantar pinheirinhos ao longo da estrada que ligava a porteira até a casa.

O processo permeava o nosso dia inteiro. Durante as andanças eu ia recolhendo mini-mudinhas de pinheiros pelo caminho e guardando todas em uma sacolinha de mercado, dessas de plástico mesmo. Admito que nem sempre era a minha parte favorita das nossas aventuras. Mas minha avó sempre soube fazer disso um jogo. Muitas vezes colocava todos os netos para competirem: ‘quem trouxer mais pinheirinhos vai ganhar um presente’ – o presente costumava ser alguma coisa divertida. Outras vezes colocava todo mundo para trabalhar junto: ‘se vocês conseguirem juntar x mudas nós vamos até a venda comprar sorvete’. Em alguns momentos, era apenas eu e a minha avó; nem parecia que estávamos ‘trabalhando’, só andávamos pelo sítio conversando e quando ‘aparecia’ uma mudinha eu achava graça que tínhamos muita sorte de achar tantas mudinhas pelo caminho.

A parte mais legal da aventura era sempre no dia seguinte. Bem cedinho, antes de todos acordarem, subíamos para a porteira e vínhamos descendo e plantando cada uma das mudinhas ao longo do caminho. Cavar o buraco, encher de terra, apertar a terra sem exagerar, regar um pouquinho. Repetir. Repetir. Repetir.

Muitas dessas mudinhas não vingavam. Com as chuvas ou as secas, umas tantas morriam. Ainda assim, era necessário plantar sempre, para quando chegasse a chuva forte, assim ela não desmancharia os barrancos que margeavam a estradinha. Ou isso era o que a minha vó dizia; mas ela também dizia que plantávamos para o caminho ficar mais bonito, dizia que um dia aqueles raminhos de pinheiro seriam árvores grandes. Até hoje a regra continua a mesma, à esquerda de quem desce, ficam os pinheiros, à direita ficam as mangueiras.
Já faz mais de 20 anos que eu não planto pinheiros. Porém, foi há algum tempo, todos estes anos depois, que eu fui ver o que acontece quando você passa muitas manhãs plantando árvores pela estradinha com a sua vó: esses da foto são os nosso pinheirinhos, as nossas mudinhas que na época mediam não mais do que 10 ou 15 centímetros e hoje são árvores enormes. Foi com essa imagem e essa história na cabeça que eu e a minha vó e os meus pais fomos embora da nossa última visita ao estimado Sítio Bela Vista.

Foi lindo! Foi emocionante! Foi tudo o que a minha vó prometeu que seria quando eu tinha 4 anos. Foi uma lição com muitas lições embutidas.
Para você que não teve paciência de ler toda história:
1. Acredite na sua avó, ela provavelmente está certa. Este ítem é provavelmente o mais importante desta lista.

  1. Transforme a parte difícil de um longo e árduo trabalho em uma brincadeira séria. Será mais leve e fácil continuar quando você estiver cansado – e você ficará cansado em algum momento.
    3. Além do resultado final em si, tenha pequenas recompensas ao longo do caminho. Elas te ajudam a manter a linha e o entusiasmo.
    4. Tenha um time que torça por você, mesmo sem entender direito o que você faz. Ainda que eles não sejam os melhores na lida, eles te darão apoio e garantirão alguma diversão ao longo da jornada.
    5. Tenha paciência. Muita paciência. Não há nada que você possa fazer para uma árvore enorme crescer de imediato. Também não há nada que você possa fazer em relação a um montão de objetivos, além de trabalhar e acreditar.
    6. Acredite. Se você não acreditar no seu objetivo, você não conseguirá concluí-lo.
    7. Converse com a sua avó. Ela te ensinará mais do que todas as aulas que você irá na sua vida toda.

    P.S.: Você não tem uma avó? Eu te empresto a minha! Ela adora fazer novos amigos. Caso não seja o suficiente, chame uma selfhunetr para te ajudar. Pode mandar um email para helpme@theselfhunters.com ou nos contatar no Facebook ou via Instagram.

O tempo tem passado rápido demais para você?


O ano acabou e você ficou com a sensação de não ter feito nada? A gente vai te sacudir!
Alguma vez você já se perguntou “mas para onde foram todos esses meses?! Já é julho! Metade do ano! Parece que não fiz nada!”? O_o

Como não queremos te ver sentindo essa angústia daqui a seis meses, aproveitamos que ainda é dia 02 de janeiro para te dizer que você ainda não sabe, mas o desafio TSH 2018 é feito sob medida para tirar todo mundo deste lugar comum! Toda primeira segunda-feira de cada mês lançaremos um desafio de 30 dias [você também pode mandar sugestões de desafios e queremos saber o seu feedback].
E ai você nos perguntará: mas o que um desafio tem a ver com o tempo voar?! Isso não responde a pergunta. Continuo querendo saber para onde foram meus dias!
Calma! A gente explica!

Quando nosso cérebro recebe informações já conhecidas, ele as processa bem rapidinho [o tempo parece voar]. Já quando ele é confrontado com novas informações, precisa executar tarefas menos comuns ou estar alerta para não executar o script padrão ele precisa trabalhar um bocado a mais. Isso acontece em parte porque muitas novas informações vêm em ordens confusas; outras vezes a informação vem clara, mas executá-la demanda habilidades [às vezes músculos] que ainda serão aprendidas, outras vezes precisamos desaprender um padrão, ter atenção redobrada nas atividades e por aí vai.
Porém, o cérebro em funcionamento estica o tempo, afinal nossa percepção de tempo está ligada as informações que armazenamos. Quanto mais tempo levamos para processar uma nova informação, a sensação é de mais tempo decorrido. Se nada relevante passou por lá, a memória será bem pequena; consequentemente, parecerá que o tempo voou e que nada aconteceu.

Ainda não se convenceu do poder de se desafiar? Listamos algumas razões aqui para você.

1. Se você não tentar algo, jamais saberá se conseguiria ou não.

Errar faz parte. Perder o desafio pode também ser uma vitória se ao aceitá-lo você se viu superando um baita medo.

2. Se desafiar é crescer.

Desafiar o seu corpo, a sua mente e os seus hábitos é também desafiar a plasticidade de quem você pode vir a ser. Crescer não pode ser aprendido na teoria, é algo que só acontece ao vivermos experiências.

3. Abraçar novos desafios te torna mais adaptável.

Esta característica tão almejada pelas empresas também deveria ser almejada por nós mesmos. A rapidez em nos adaptarmos a novas situações e aos desafios da vida tem papel essencial no nosso desempenho profissional e na nossa felicidade ao longo da vida.   

E agora? Que tal começar a fazer cada dia do seu ano contar?
O desafio deste mês será bem fácil e propício a este desejo de começar o ano a todo vapor: um mês sem bebidas alcoólicas.

Não é nada que não tenhamos feito tantas outras vezes antes, porém, anteriormente, sem a pressão de um desafio e dos muitos [e muito alcoólicos] encontros de começo de ano!


Por que um mês sem álcool? O consumo de bebidas alcoólicas prejudica o nosso sono e acelera o envelhecimento; depois de alguns dias de excessos, achei válido passar a régua e entrar em 2017 mais presente. Fizemos este mesmo desafio o ano passado e foi o maior sucesso. A diferença é que em 2017 o desafio foi de uma semana, agora é de um mês.
Desafio lançado! Quem vem com a gente?   


Regras: a regra deste primeiro desafio TSH é muito simples: 7 dias sem consumir álcool. Não vale bombom de licor e nem molho com vinho branco. (;

Você acha que conquistar novos desafios é impossível para você? Está com dificuldades em abraçar uma vida maior e melhor? As selfhunters te ajudam! Escreva para helpme@theselfhunters.com ou nos mande uma mensagem no Facebook ou Instagram.

O que você vai conquistar em 2017?

 

Três razões pelas quais você quer começar este ano com metas!

Uma das frases que mais falamos nas sessões de coaching é: se você não sabe onde quer chegar, dificilmente chegará. Por isso o passo zero deste novo ano é estabelecer metas.

1. Entusiasmo

Alguma vez na vida você já começou uma dieta? Eu sei que eu já; também sei que diversas vezes falhei em mantê-la até que descobrisse como poderia ter êxito. Sempre começava animada, passando uma fome lascada ou focando em refeições nutritivas e muito bem planejadas. Contudo, lá pela segunda semana, perdia o entusiasmo. Até que um dia eu descobri um caminho: tracei uma meta! Foi a primeira vez na vida que consegui emagrecer de verdade [amém!].
Quando temos uma meta fica mais fácil quebrá-la em diversos degraus e nos mantermos entusiasmados pelo caminho. A cada semana, quando me pesava, pensava: uau! Você é muito campeã! Parabéns!
Com isso, cheguei ao meu peso desejado, a minha meta me manteve na linha!

2. Autoresponsabilidade

A meta precisa ser mensurável, claro, mas o fato é que você é o responsável por atingi-la. Quando dizemos que queremos ter mais dinheiro, por exemplo, fica entendido que uma hora ele deve aparecer em nossas vidas. Se isso não acontecer, também parece não ser problema, afinal, o dinheiro é quem vai aparecer. Não há o plano de economizar uma quantia em um período ou de fazer investimentos que permitam que a sua poupança se multiplique. Não há autoresponsabilidade.
Quando há uma meta há a consciência de que precisamos agir e superar obstáculos para atingi-la. Há a necessidade e a urgência de tomar as rédeas da própria vida, com todos os altos e baixos de se autoresponsabilizar, você e a sua meta estarão conectados.
Até mesmo falhar em atingir a sua meta será construtivo. Diferentemente de esperar as coisas acontecerem, quando você falha se torna possível identificar onde foi o erro – a meta era pouco factível? Um fator externo te impediu?… – e corrigi-lo na próxima tentativa.

 

3. Descobrir o que te faz feliz

Uma das coisas mais interessantes que acontece quando temos metas é descobrir o que queremos de verdade. Tive uma cliente brilhante logo que comecei com o selfhunting. Ela veio com a meta de ser promovida na empresa na qual trabalhava. Esta cliente em questão já tinha sido promovida havia pouco tempo por todo o destaque que sempre teve no trabalho. Então começamos a investigar o que ela realmente queria. Era mais dinheiro? Um título com mais prestígio? Reconhecimento? Afinal, conforme ela, a promoção já conquistada não trouxe mais felicidade, apenas menos tempo com a família.
Por fim, descobrimos que o que ela queria de fato era trabalhar em um ambiente no qual houvesse mais retorno por parte dos superiores. Isto é, queria que a reconhecessem no dia a dia e verbalmente pelos seus esforços e resultados.
Ter atingido a meta anterior e estar em busca de uma nova meta a ajudou a descobrir que ela não queria nada daquilo. E isso acontece muitas vezes quando atingimos um objetivo ou até mesmo quando estamos delineando o que queremos.

Então, para você que chegou até aqui, te desejo um 2017 de metas, descobertas, muita autoresponsabilidade e entusiasmo inesgotável! Feliz 2017!

Não sabe muito bem por onde começar? Entre em contato conosco. As selhunters te ajudam! Envie uma mensagem para helpme@theselfhunters.com ou pelo nosso Facebook ou Instagram! =)

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