“Pesquisa indica que 52% dos jovens brasileiros com 30 anos estão frustrados com a carreira, trabalham para sobreviver e não fazem o que gostam. A baixa ‘criticidade’ de pensamento na fase escolar, somada a escolhas vocacionais equivocadas, resultam em trintões insatisfeitos com a vida profissional. A ausência de autoconhecimento faz com que se deixem levar por influência de terceiros. Por não serem autores das próprias vidas, as escolhas, na maioria das vezes, são enganos.”
Não é por acaso que a “crise dos 30” acomete tanta gente. O fato é que aos 30 a vida começa a tomar alguma forma, tudo começa a parecer mais perene e assustador. Principalmente se aquilo que vemos tomar forma não nos agrada.
30 é a idade em que tanta gente casa e outro muitos se separam por perceber que o companheiro ou companheira em questão é um time para tiros e não para maratonas. Aos 30 conseguimos aquela promoção ou finalmente percebemos que estamos atuando na área “errada”; ou as duas coisas. E aos 30, principalmente, parece que todo mundo já tem tudo muito bem resolvido, menos a gente.
Então, para começar pelo começo: calma! A maior parte das pessoas de 30 [e trinta e alguns bons] anos tem pouquíssima coisa bem resolvida. Organizar esse grande projeto que chamamos de vida requer um montão de competências, mas a que considero mais interessante para dar o pontapé inicial é: autoconhecimento. É cliche e é real, se você não se conhecer, correrá o risco de passar muito tempo em uma busca infrutífera por algo que nem imagina o que é.
Quer saber mais sobre como você pode se conhecer? Olha aqui um pouquinho dos princípios do Selfhunting. Pode te ajudar a se descobrir e ainda dá para se divertir no processo.
Fonte: http://goo.gl/JP71gs
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