ajude e peça ajuda

#SelfhuntingFoundation  Ajude o seu entorno. Limpe a sua rua, lave a louça, varra a calçada, plante em canteiros públicos, se candidate a conselheiro da regional do seu bairro, frequente locais próximos a sua casa e trabalho. Descubra e valorize o que há de melhor na sua comunidade/bairro/rua.

Aprenda também a ser ajudado. Saiba pedir ajuda endereçada. Pedir ajuda a quem pode te ajudar com aquela tarefa específica.

Advertisements

mexa-se!

#SelfhuntingFoundation         Mexa o seu corpo. Subia escadas, de volta no quarteirão, procure uma atividade física que gosta. Assim como a mente, o corpo também precisa se movimentar.

experimente a vida

#SelfhuntingFoundation
Experimente! Se você tem uma ideia, experimente-a em uma versão mini.

Faça pequenos experimentos diários e teste suas hipóteses de felicidade. Quer ser professor? Comece dando algumas aulas para quem topar ser aluno. Quer ser padeiro? Faça pão e tente vender para os amigos. Quer ser escritor? Escreva. Quer aprender alguma coisa nova? Será que existe algum curso grátis na internet?

comunique-se de verdade

#SelfhuntingFoundation         Comunicação efetiva. Atitude: entenda como o seu interlocutor pensa. Fale de maneira que ele entenda o que você está dizendo. Se houver dúvida, peça para que ele te explique o que você acabou de dizer com as próprias palavras. Não suponha nada. Se houver dúvida, pergunte.

expectativas sob controle

#SelfhuntingFoundation            Expectativas. Behavior bias! Quais atitudes esperar de quais pessoas. Como você vem formando as suas expectativas em relação as situações da sua vida e as atitudes das outras pessoas? Você se frustra com os resultados? O que você espera de você mesmo? Controle as suas expectativas!

livre da culpa


GUILT-FREE


#SelfhuntingFoundation             Esqueça a palavra culpa. Sentir culpa só te fará mal. Você não pode mudar o passado. Mas você pode aprender com ele. Lembre-se do que te fez mal e te gerou o sentimento de culpa.  No futuro, em situações similares, escolha fazer diferente. Pare, pense, reconheça a situação e haja de maneira a se preservar.

conecte-se

connection

 

#SelfhuntingFoundation             Comunidade. Participe de comunidades. Pode ser a comunidade do seu prédio, da sua rua, do seu bairro. Pode ser a comunidade de colegas de escola ou faculdade. Pode ser uma comunidade virtual, em redes sociais, por whatsapp. Pode ser uma comunidade de encontros presenciais, como aulas de yoga ou de idiomas.
Crie e ative comunidades. Se você não achou uma comunidade baseada em algo que você ama ou acha que o tema merece uma comunidade com um novo enfoque, crie! Crie um grupo no Facebook, marque encontros semanais ou mensais, chame os seus amigos, chame conhecidos das suas outras comunidades que possam se interessar.

 

Ative as suas comunidade. Pessoas ajudando pessoas. Ofereça ajuda a quem você pode de fato ajudar e peça ajuda as pessoas certas quando for necessário. Não se preocupe, você não estará incomodando. Faça o que puder, para quem quiser receber. E receba também o que os outros tiverem que possa ajudá-lo.

Crise tem idade?

3452289“Pesquisa indica que 52% dos jovens brasileiros com 30 anos estão frustrados com a carreira, trabalham para sobreviver e não fazem o que gostam. A baixa ‘criticidade’ de pensamento na fase escolar, somada a escolhas vocacionais equivocadas, resultam em trintões insatisfeitos com a vida profissional. A ausência de autoconhecimento faz com que se deixem levar por influência de terceiros. Por não serem autores das próprias vidas, as escolhas, na maioria das vezes, são enganos.”

Não é por acaso que a “crise dos 30” acomete tanta gente. O fato é que aos 30 a vida começa a tomar alguma forma, tudo começa a parecer mais perene e assustador. Principalmente se aquilo que vemos tomar forma não nos agrada.

30 é a idade em que tanta gente casa e outro muitos se separam por perceber que o companheiro ou companheira em questão é um time para tiros e não para maratonas. Aos 30 conseguimos aquela promoção ou finalmente percebemos que estamos atuando na área “errada”; ou as duas coisas. E aos 30, principalmente, parece que todo mundo já tem tudo muito bem resolvido, menos a gente.

Então, para começar pelo começo: calma! A maior parte das pessoas de 30 [e trinta e alguns bons] anos tem pouquíssima coisa bem resolvida. Organizar esse grande projeto que chamamos de vida requer um montão de competências, mas a que considero mais interessante para dar o pontapé inicial é: autoconhecimento. É cliche e é real, se você não se conhecer, correrá o risco de passar muito tempo em uma busca infrutífera por algo que nem imagina o que é.

Quer saber mais sobre como você pode se conhecer? Olha aqui um pouquinho dos princípios do Selfhunting. Pode te ajudar a se descobrir e ainda dá para se divertir no processo.

Fonte: http://goo.gl/JP71gs

Não adie mais essa decisão

“Segundo um estudo da UCL publicado recentemente na Nature, ficar na dúvida se você vai sentir dor é muito mais penoso do que ter certeza de que a dor realmente vai acontecer. Para os pesquisadores, saber que existe uma pequena chance de levar um choque elétrico, por exemplo, é “significantemente” mais estressante que ter certeza de que o choque virá. É muito pior não saber se você vai levar um choque do que ter certeza se vai ou não.
incerteza nos deixa ansiosos. O mesmo acontece quando estamos aguardando resultados médicos, por exemplo.”

Um dos meus princípios favoritos do selfhunting é este: decida! Não tenha pendências mentais. Quando eu falo sobre esta ferramenta tão poderosa que é o nosso próprio poder de decisão muita gente fica em dúvida sobre o que exatamente isso quer dizer.

Não ter pendências que te ocupem a mente, é isso que quer dizer. Se você precisa decidir o que vai almoçar: escolha, decida que será uma bela macarronada ou uma leve salada com um grelhado. A maior parte das decisões do nosso dia a dia são mais simples do que a atenção e tensão mental que dedicamos a elas.

Dificilmente lembraremos se no dia 28 de agosto de 2011 lavamos a roupa suja ou deixamos acumular mais um pouco. Tampouco lembraremos se naquele dia específico saímos com os amigos ou fomos dormir cedo.

Tire as pequenas decisões da sua mente já de saída. Ainda que você decida que vai almoçar um belo bolo de chocolate, é uma decisão válida. Só não vale deixar a culpa recair sobre você em seguida. Alias, parte da boa e rápida decisão também é trabalhada junto a eliminação da culpa [nosso princípio zero no selfhunting].

O que pode tornar nossa vida melhor e mais plena são os bons hábitos. Bons hábitos que inclusive passam pelo processo de decisão. Em contrapartida, não decidir e esperar até os 45 minutos do segundo tempo para tornar a tormenta de pensamentos em uma ação dificilmente nos trará tranquilidade e plenitude. Além de muitas vezes acabar caindo no lugar da não-decisão, um lugar muy peligroso! Se você precisa postar algo no correio e espera até o horário de fechar para simplesmente dizer “ia postar hoje, mas agora já fechou” acredite, você está fugindo da mágica da auto-responsabilidade. E isso te faz mal.

A auto-responsabilidade, diferentemente da culpa, não faz com que você se sinta mal ou queira que os outros também se sintam mal pelos perrengues da sua vida. Na auto-responsabilidade mora a mágica do poder de decisão. Você já sabe que prefere ir ao correio apenas amanhã, já sabe qual será o ônus de esperar mais um dia para postar e também já sabe da tranquilidade que será resolver a postagem hoje e não amanhã. É só decidir. Sem culpa para você. Sem dizer que o culpado foi do correio. Sem inventar subterfúgios para as suas não-decisões.

  1. Transforme as decisões do dia a dia em bons hábitos e pense menos sobre elas. Você não precisa pensar em praticar uma atividade física. Troque todas as suas desculpas pela frase: eu pratico … [coloque aqui a sua atividade física favorita]. E por aí vai.
  2. Auto-responsabilidade. Você é responsável pelas suas decisões. Boas ou ruins, rápidas ou demoradas, eficientes ou inúteis.
  3. Decida sem culpa. Não se culpe pelas suas decisões ruins, utilize-as como ferramentas de aprendizado. Lembre do que não quer repetir. Não há necessidade de culpar nada ou ninguém pelos desdobramentos da sua própria vida. Ainda que algumas pessoas usem de má fé, a sua energia merece transitar para melhores fins do que ficar culpando a algo, a alguém ou a você mesmo.

Fonte: http://goo.gl/1rDYjH

Blog at WordPress.com.

Up ↑